O tempo passei/Quando fiz meus dez/Bem vividos e nem lembrei
Então caminhei/Atingindo aqueles vinte/Porém, neles nunca pensei
Mas fui em frente/Quando em trinta cheguei/E então até me entusiasmei
Continuar lendoO tempo passei/Quando fiz meus dez/Bem vividos e nem lembrei
Então caminhei/Atingindo aqueles vinte/Porém, neles nunca pensei
Mas fui em frente/Quando em trinta cheguei/E então até me entusiasmei
Continuar lendoCerto dia perguntaram ao sábio talmúdico Hillel, “por que não se poderia acender já nos primeiros dias todas as velas?”, ele observou que o ser humano tem, nesse gesto diário por oito noites, a oportunidade de trazer a energia do genuíno, daquilo que é verdadeiro, com serenidade, um dia após o outro; uma noite após a outra, em meditação.
Continuar lendoHistórias de Natal. O Natal repousa nessas narrativas favoritas que reúnem crianças, jovens e velhos no mesmo encantamento. Reunimos aqui as histórias de Natal que os velhos incríveis aqui no Clube escreveram ao longo dos anos, para você fazer como o Papai Noel da foto: em meio ao zum zum zum da cidade, sentar, ler e deixar a alma aquietar…
Continuar lendoA epopeia de uma semente….
Eternamente protegida
Das intempéries ao redor
Em fruta bem escondida
Vivendo sem esplendor
Deseja surgir renascida
Quantas vezes, em milênios, se perguntaram os humanos,
sempre tão intrigados:
Por que teria ele se virado?
Não passa a dor da mãe sem o filho.
A raiva do inimigo,
não passa.
Não passa a fome do mendigo.
O calafrio do febril,
não passa.
Não passa o medo do escuro.
Não passa a asa da borboleta pelo casulo quebrado.
Os Odingás eram o casal mais velho da tribo. Na verdade, ninguém nunca, nem nas tribos vizinhas, tinha ouvido falar de gente tão velha! Eram tão velhos que as pessoas não sabiam mais quando tinham nascido, só eles lembravam de si mesmos! Nunca tiveram filhos. No início, ficaram muito tristes. Os Odingás amavam as crianças tanto quanto amavam ser adultos para poder cuidar das crianças.
Continuar lendoA criatura acima sou eu, psicobélica, personagem da família dos atravessadores. Macia ao toque e nem tão cheirosa, odeio água, pois banhar-me rouba-me a pele, a tatuagem. Desapareço. Lembram-se? Sou invisível. Geralmente.
Continuar lendoFoi hoje notícia
De muita tristeza
Morte atropelada
Na esquina, o lar
Onde foi achada
Famosa princesa
Autoproclamada
Tenho um rio dentro de mim. Suas águas percorrem cada reentrância do meu corpo, é o grande meio de transporte de tudo que ele necessita:
Continuar lendoEra uma lágrima
Nascida sofrendo
Desde sua partida
Logo se perdendo
Toda ressequida