Sou o ímpar que restou
do par que pouco fomos,
o sorriso que sobrou
do sonho que sonhamos.

Sou o ímpar que restou
do par que pouco fomos,
o sorriso que sobrou
do sonho que sonhamos.
Por que será que não param de me olhar com olhos de cabras estúpidas? E que olhos terei eu? De vaca? De santo efeminado? Sempre
Continuar lendoQUATRO CONTOS CURTOS… 1- A MORTE DA LETRA – Houve o enterro de uma letra morta, que desejou ser cremada, mas não foi ouvida! O
Continuar lendoObituário “Não sou mórbido e nem tenho tendência à depressão, mas confesso que não consigo descartar o jornal antes de ter lido o obituário, em
Continuar lendoA mulher mora numa casa velha, parecida com a dona, uma velha, velha mesmo, encurvada, trapenta, descabelada, rodeada de gatos, sempre se enroscando nas pernas
Continuar lendo1- Em 1973, em frente à Biblioteca Municipal, ao lado da Praça Dom José Gaspar, perguntei a Alberto Guzik quem era, para ele, a grande
Continuar lendoi – Era uma vez uma Menina muito pequena. Poucos meses de vida. Estava por isso bastante próxima ao não ser, de onde viera e
Continuar lendoEstava para morrer e morava no Canadá. Diziam que seu QI era assombroso. É sabido também que a luz das revelações acomete aqueles cuja
Continuar lendo