…mínima célula ridícula/sub humana/ e nem guardei em mim/
o universo/Outros milênios/até me descobrir/mortal/Sendo mortal/perdi o medo/do infinito[…]

…mínima célula ridícula/sub humana/ e nem guardei em mim/
o universo/Outros milênios/até me descobrir/mortal/Sendo mortal/perdi o medo/do infinito[…]
Reunidas no tear/mulheres tecem/
fios e ciclos/
de um tempo lunar
Enquanto o gato que me habitava morria,
(sete vidas espertas e bem vividas agora moribundas)
um espelho explode um planeta,
Me ensinou frestas de montanhas,
do murmúrio dos ribeirões,
ordenhar vacas e ler Kafka
1. Duas marcas de nascença unem poetas, mesmo se ignoradas. Uma e outra, fontes de alimentar moinhos, movimentar monjolos, e se o poeta der sorte,
Continuar lendoResta aos mortos depender dos vivos, para viver.
Eles chegam de quando em quando, inesperados,
Ser poeta é enlouquecer mais um pouco,é enxergar nas ruas o rastro branco e preto dos automóveis,alheio à dança dos pedestres,é desenhar a elegância trôpega
Continuar lendoO quarto de empregada virou atelier. Assim mesmo, a palavra em francês: atelier. E na crise do conoravírus, Terezinha, sua ajudante, precisava dormir na casa
Continuar lendoTravessia, no arquipélago Fernando de Noronha, uma ilha tão pequena que poderia ser engolida por um tubarão é a terra dos atravessadores, seres cujos corpos
Continuar lendoDuas coisas no homem cativam Tereza: aquele olhar mortiço de Capitú em versão masculina. E a disponibilidade : “Por você tudo.” Ou, “Sou todo ouvidos.
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